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FBI revela como é fácil identificar quem cria deepfakes pornográficos sem consentimento

27/05/2026 Ars Technica 1 min leitura
FBI revela como é fácil identificar quem cria deepfakes pornográficos sem consentimento

Já pensaste que apagar o histórico ou usar uma conta anónima te torna invisível na internet? Um caso recente relatado pelo FBI mostra que não é bem assim. Um agente explicou como foi apanhado um homem que partilhava imagens pornográficas geradas por inteligência artificial sem o consentimento das pessoas visadas. O rasto? Um simples post guardado no Instagram, que ligou a sua conta pessoal à conta usada para publicar os deepfakes.

A história serve de alerta: as plataformas deixam migalhas digitais que as autoridades conseguem seguir com relativa facilidade. O que parece um ato privado e sem consequências pode transformar-se numa investigação criminal. Em Portugal, a criação e partilha de conteúdos íntimos falsos sem autorização já está a ser discutida no âmbito do cibercrime, e a Polícia Judiciária tem meios para cruzar dados e identificar os responsáveis.

Na CompartSystems, em Caldas da Rainha, lidamos todos os dias com equipamentos que guardam fragmentos da nossa vida digital — portáteis, telemóveis, consolas. Quando fazemos uma reparação ou preparamos um equipamento recondicionado, a tua privacidade é levada a sério. Os discos são limpos de forma segura e os dados pessoais não ficam acessíveis. Além disso, se quiseres dar uma nova vida ao teu PC com um upgrade de RAM ou SSD, podes fazê-lo com a confiança de que o teu mundo digital fica protegido.

Este caso do FBI é um lembrete de que a tecnologia não perdoa descuidos. Antes de criares ou partilhares algo, pensa duas vezes — o anonimato online é muitas vezes uma ilusão.

Fonte Original: FBI agent explains how easy it is to ID people posting AI porn without consent
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